Muito obrigada 🙏🏻 os artigos são feitos com muito carinho e atenção!Vou te dizer que já vi muitas mudanças nesta vida, apesar de nunca terem sido tão rápidas ;)
Já quanto a qualidade das mudanças, não sou tão otimista assim, confesso que já fui mais =/
Promessas parecem serem feitas para serem descumpridas mesmo =(
Na minha experiência, raras foram as cumpridas, a maioria virou frustração...
O ponto central, para mim, não é a tecnologia em si, mas o deslocamento silencioso do poder quando a infraestrutura se torna privada, a governança deixa de ser debatida e o risco passa a ser decidido no backend.
Viver em “beta” pode parecer inovação, mas politicamente é aceitar exceções permanentes sem um contrato social explícito. Dinheiro nunca foi neutro e agora também não é visível.
Quem controla o código, no fim, começa a escrever o destino.
Pois então, nesta hora estamos todos na mão de pouquíssimas pessoas que tomam decisões em nome de milhões de outras, e quem atribuiu este poder a elas?? Ou ainda melhor, quem são elas??
Mais um excelente artigo Andréia, parabéns. Vamos degustar essa mudança, ruidosa, arriscada, mas inevitável.
Estrutura balançada, ao menos, requer revisão e estaremos aqui para ver como serão as coisas.
É para você? Qual sua opinião pessoal sobre esta mudança de poder e como ela pode ser benéfica ou prejucial para a sociedade com um todo.
Até então, elegemos promessas não cumpridas, basicamente.
Muito obrigada 🙏🏻 os artigos são feitos com muito carinho e atenção!Vou te dizer que já vi muitas mudanças nesta vida, apesar de nunca terem sido tão rápidas ;)
Já quanto a qualidade das mudanças, não sou tão otimista assim, confesso que já fui mais =/
Promessas parecem serem feitas para serem descumpridas mesmo =(
Na minha experiência, raras foram as cumpridas, a maioria virou frustração...
O ponto central, para mim, não é a tecnologia em si, mas o deslocamento silencioso do poder quando a infraestrutura se torna privada, a governança deixa de ser debatida e o risco passa a ser decidido no backend.
Viver em “beta” pode parecer inovação, mas politicamente é aceitar exceções permanentes sem um contrato social explícito. Dinheiro nunca foi neutro e agora também não é visível.
Quem controla o código, no fim, começa a escrever o destino.
Pois então, nesta hora estamos todos na mão de pouquíssimas pessoas que tomam decisões em nome de milhões de outras, e quem atribuiu este poder a elas?? Ou ainda melhor, quem são elas??